A segunda fase do concurso para o TJSP é considerada por muitos o "verdadeiro funil" do certame. Diferente da primeira fase, que testa memória e amplitude, a segunda exige profundidade, técnica redacional e resistência física.
Aqui estão os principais motivos para investir em nosso curso para a segunda etapa:
Fazer uma sentença cível ou criminal não é apenas "escrever um texto". Existe uma estrutura rígida exigida pela banca Vunesp e pelo próprio tribunal:
Relatório: Saber o que sintetizar sem omitir fatos essenciais.
Fundamentação: Aprender a técnica da "análise de teses" e o enfrentamento de todos os argumentos.
Dispositivo: Precisão técnica absoluta para não anular a peça (aplicação correta da dosimetria da pena ou dos encargos de sucumbência).
Este é, talvez, o ponto mais crítico. Sem um professor para corrigir sua peça, você não percebe vícios de linguagem ou erros estruturais.
Espelho de correção: Entender exatamente onde a banca atribui pontos.
Gestão de tempo: Praticar a escrita de uma sentença complexa em apenas 5 horas, algo que exige treinamento exaustivo.
O Tribunal de Justiça de São Paulo tem uma "jurisprudência defensiva" e entendimentos próprios muito fortes.
Cursos específicos costumam mapear o perfil dos desembargadores que compõem a banca examinadora.
Foco em temas recorrentes em São Paulo, como questões específicas de Direito Público e Execuções Fiscais.
A prova discursiva (primeiro dia da 2ª fase) exige dissertações sobre Noções Gerais de Direito e Formação Humanística.
Cursos ajudam a organizar o pensamento sobre Sociologia Jurídica, Psicologia Judiciária e Ética, temas que o bacharel comum raramente domina com profundidade técnica.
O volume de leis e súmulas é oceânico. O curso preparatório faz o trabalho de "garimpo":
Fornece rodadas de questões baseadas em apostas reais.
Disponibiliza modelos de peças que servem como "esqueleto" para o dia da prova.